terça-feira, 28 de maio de 2013
domingo, 4 de dezembro de 2011
sábado, 17 de abril de 2010
sábado, 27 de março de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
REPORTAGEM SOBRE TUMALINA
Turmalina pertence ao trigonal sistema de cristal e ocorre como na forma de cristais delgados, prismáticos e columnares grossos que são geralmente triangulares no cross-section. É interessante notar que o estilo da terminação nos fins do cristais são assimétricos, isto são chamados hemimorphism. Os cristais prismáticos delgados pequenos são comuns a um granito granulado e fino chamado aplito frequentemente da forma ao daisy radial como testes padrões. A turmalina é distinguido por seus três lados prismas, nenhum outro mineral comum tem três lados. Os prismas têm frequentemente os estriatições verticais pesados que produzem um efeito triangular arredondado. Turmalina é muito raramente euhedral. Uma exceção era as turmalinas finas do dravite de Yinnietharra, Australia ocidental. O depósito foi descoberto nos anos 70 mas agora está esgotado.
Todos os cristais hemimorphic são piezoeléctricos e frequentemente também pyroelectric, turmalina não é exceção. Quando aquecidos, os cristais da turmalina tornam-se carregados positivamente em uma extremidade e carregados negativamente na outra, tal como uma bateria. Alguns cristais da turmalina em coleções do museu atraem um revestimento (não-visível) de poeira quando indicados sob lugares quentes. As propriedades elétricas incomuns da turmalinas a fizeram famosa no século 18. Gemas de turmalinas, brilhantemente coloridas, de Sri Lanka, foram trazidas à Europa em grandes quantidades pela Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, para satisfazer à demanda como curiosidade e preciosidade. Então não se realizou que o schorl e a turmalina eram o mesmo mineral.
Turmalina tem um bom a prismatic pobre e rhombohedral pobre cleavage. Sua fratura é subconchoidal nivelar, ele tem dureza, na escala de Mohs, de 7-7.5. Sua gravidade específica é 2.9-3.2, densidade é mais elevada em variedades do iron bearing. É transparente a opaco com um vitreous lustre inclinando-se a resinous em espécimes escuros.
Turmalina tem uma grande variedade de cores. Geralmente é rico do ferro preto ao bluish-preto ao marrom profundo, magnésio as ricas variedades são marrom amarelo, e as ricas turmalinas do lítio são praticamente todas as cores do arco-íris, azul, verde, vermelho, amarelo ou cor-de-rosa etc. mas a mais rara de todas é incolor. Bi-coloridos e multicoloridos cristais são variações relativamente comuns, refletindo do fluido chemistry durante a cristalização. Os cristais talvez verde em uma extremidade e cor-de-rosa na outra ou verde no exterior e o interior cor-de-rosa, este tipo é chamado turmalina melancia.
A variedade mais comum de turmalina é schorl, foi descrita primeiramente por Mathesius em 1524. Pode corresponder a 95% ou mais de toda turmalina na natureza. A palavra turmalina é corrupção da palavra turamali do Ceylonese significando pedra atraindo a cinza. O significado da palavra schorl é um mistério mas talvez uma palavra escandinava
Turmalina é encontrada em duas ocorrências geológicas principais. Rochas ignéias, em particular granito e granito pegmatite e nas rochas metamórficas como schist and mármore. Schorl e lítio asturmalinas ricas são geralmente encontradas no granito e granito pegmatite. Os turmalinas ricas do magnésio, dravites, são restringidos geralmente schists e mármore. Também, a turmalina é um mineral durável e pode ser encontrado em quantidades menores como grãos no sandstone and conglomerate.
Turmalina é usado em jóias, nos calibres de pressão e alguns tipos de microfones. Nas jóias, o indicolite azul é o mais caro seguido pelo verdelite verde e pelo rubellite cor-de-rosa. Ironicamente a variedade mais rara, a achroite incolor, não é apreciada e a menos cara das turmalinas transparentes.
Outros nomes para turmalinas:
* Dravite subgrupo:
* Marrom - dravite (do distrito de Drave de Carinthia)
* Schorl subgrupo:
* Preto - schorl
* Elbaite subgrupo: nomeado após a ilha de Elba, Italia
* Rosa ou de cor-de-rosa - rubellite (do rubi)
* Azul escuro - indicolite (do indigo)
* Azul da luz - Brazileira safira
* Verde - verdelite ou Brasileira esmeralda
* Colorless - achroite (do grego para "incolor")
CURIOSIDADE DA TURMALINA
1 quilate de Turmalina Paraíba pode chegar a U$ 20.000,00. Ela é uma gema utilizada por grandes grifes nacionais e do mundo, como a MCGemas, Amsterdan Sauer, H. Stern, Dior e Tiffany & Co. UK.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
terça-feira, 24 de novembro de 2009
9° CONGRESSO SAÚDE E ESTÉTICA APECSUL
Profissionais, estudantes e público em geral podem participar da mostra e conhecer as novidades deste mercado que cresce em todo o mundo. Ezequiel Paulo de Souza, técnico esteticista há nove anos, em São Paulo é um dos 18 expositores do evento. Ele apresenta um tipo de laser de baixa potência, que combina luzes azuis e vermelhas, e promete tratar acne e manchas, revitalizar e hidratar a face. “Trouxemos este aparelho porque ainda tem sido pouco usado em Campo Grande, apesar de já estar no mercado dos grandes centros há quatro anos”, diz.
Para quem quer rejuvenescer, ter uma pele sempre com aspecto saudável são várias as opções. A máscara para retirar cravos e micro cravos é uma das mais práticas e tem substituído a tradicional limpeza de pele. Para o consumidor o preço é bastante acessível, a sessão única custa em média 60 reais. “A novidade tem sido muito procurada pelos homens”, explica o consultor paulista Sandro José. “Não precisa apertar para tirar os cravos, não dói, é rápido e prático”, avalia o campo-grandense Mauricio Vera, que nunca tinha feito limpeza facial e provou o produto durante o evento.
O consultor dá a dica para o profissional que vai utilizá-lo. “No salão, enquanto corta o cabelo, dá para aplicar o produto no rosto do cliente, principalmente na região do nariz. É uma simples demonstração e como o resultado é aparente, além de satisfeito ele vai querer voltar pra fazer o tratamento completo”, diz. O segredo, ele conta, é a turmalina, um mineral que foi recentemente pesquisado pela USP e teve seus efeitos comprovados.
Na linha dos bioativos orgânicos, também está a castanha de Barú, típica do Cerrado, que aliada a produtos tecnológicos melhoram o aspecto e rejuvenescem. “Em uma hora ela elimina 31% das rugas no rosto e o efeito perdura por oito horas”, explica a esteticista e doutora em reabilitação facial Janete Moussa. O preenchimento cosmético, segundo ela, além de dar o “efeito Cinderela” trata a pele. “O esteticista tem que ter o jogo de cintura para atender o cliente naquilo que ele quer sem esquecer que o principal objetivo é a saúde cutânea”.
Já aos adeptos da massagem para aliviar o cansaço físico e até mesmo curar problemas de saúde, a podologia pode ser uma saída, segundo afirma a coordenadora dos cursos técnicos de estética do colégio CEI, Claudia Marques. “A massagem terapêutica nos pés contribui para relaxar e ao tocar pontos específicos avalia todos os órgãos no corpo, detectando problemas de saúde”. Mas ela alerta.
“É importante buscar um profissional habilitado. Por mais simples que parece a manobra, se feita sem critérios, em vez de aliviar pode agravar problema”.
Outro equipamento que tem conquistado adeptos é o que dispensa horas de suor na academia. “A ginástica sem esforço trabalha todo o corpo por meio de uma plataforma vibratória. O método faz em 10 minutos o que seria necessário de 30 na forma convencional e é muito mais prazeroso”, garante o consultor Igor Nantes.
A mostra é parte da programação do IX Congresso de Estética e Saúde promovido pela Apecsul e Sebrae, em parceria com Senac. A exposição acontece das 9h às 19h é aberta ao público, com entrada franca. Os participantes podem conferir nos estandes a demonstração de produtos e a utilização prática dos equipamentos.
O evento é direcionado a esteticistas, cosmetólogos, fisioterapeutas, empresários, instituições que atuam no setor, estudantes e outros profissionais da área de bem-estar e beleza, além de público geral interessado no assunto. Mais informações: (67) 3324-4154 e 0800-570-0800. O Sebrae fica na Avenida Mato Grosso 1661, Centro.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
REVITALIZANTE DIURNO COM FPS 40

domingo, 8 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
PROTOCOLO
2º passo - Umedecer novamente a pele borrifando água ionizada e deixar agir por 3 minutos. Secar bem a pele, se necessário, com toalhas de papel.
3º passo - Aplicar uma camada do CREME ESFOLIANTE espalhando sobre toda a região. Deixar agir durante 3 a 5 minutos. Proceder a esfoliação com os movimentos normais de estética. Após a esfoliação, remover os resíduos com algodão ou gaze, aplicando água ionizada.
4º passo - Borrifar novamente uma boa quantidade de IONIZER, e aplicar a MÁSCARA TENSO-DINAMIZANTE conforme as instruções abaixo:
Misture 2 a 3 espátulas do pó com o líquido ativador, colocando aos poucos até obter a consistência de uma loção. Use o pincel para misturar. Com o cliente em posição de repouso, aplique com o pincel uma fina camada desta mistura sobre o rosto, seguindo os movimentos indicados na figura. Não se esqueça das tirinhas de papel guardanapo. Deixe agir até a máscara estar completamente seca. Retire as tirinhas de papel. Se necessário, repita o procedimento (máscara e tirinhas de papel) nas regiões com mais cravos. Em seguida retire a máscara com bastante água
5º passo - Após a remoção, aplicar a máscara de acordo com o tipo de pele (seca ou oleosa). A MÁSCARA FACIAL (pele seca ou oleosa), além de outras propriedades, também exerce ação cauterizadora e oclusiva. Na seqüência remover os resíduos da máscara com água do IONIZER e algodão ou gaze.
6º passo - Finalizar com uma leve camada do CREME HIDRATANTE DE TURMALINA.
OBSERVAÇÕES:
1) Não se esqueça que a água do IONIZER deve estar energizada pelo tempo pré-determinado, ou seja, 36 horas.
2) Como a Limpeza de Pele JIKI é biológica, pode ser feita em tratamentos até 2 vezes por semana.
3) Para acelerar o resultado, oriente o cliente para o uso diário do Sabonete de Turmalina JIKI e do Creme Hidratante JIKI. Usar também o TC 77 no caso de pele acneica.
DEPOIMENTO DE CLIENTE

Dizem que estudos comprovam que os produtos extraídos da Pedra de Turmalina fazem milagres, se fazem, na verdade não sei pois a promessa é gigantesca . O que eu sei, sim, é que o sabonete de turmalina é um espetáculo para a limpeza diária da pele... Desde que conheci esse produto nunca mais parei de usa-lo... ele é indicado para todas as idades e se você tiver a pele um pouco oleosa então, se "jogue" nele que você vai amar!!!
http://nomatterwhat4us.blogspot.com/search?q=sabonete+turmalina
JIKI HAIR PHOTON
Jiki Hair Photon ganha destaque na maior linha de produtos estéticos e de saúde disponível no mercado com base nos surpreendentes benefícios da pedra.Conhecida como “pedra elétrica” e já utilizada de diferentes maneiras, inclusive como pedra ornamental devido à força de sua beleza, a Turmalina é, hoje, um dos mais impressionantes componentes já utilizados na indústria da beleza. A pesquisa iniciada há doze anos pela JIKI Cosméticos, a cerca das ações da Turmalina e de seu poder natural de ionização, está sendo revertida para mulheres e homens através da linha Turmalina System, formada por 14 produtos que promovem a desintoxicação e a beleza do corpo. Desenvolvido para beneficiar cabelos femininos e masculinos, o JIKI Hair Photon compõe esta linha apresentando-se como um dispositivo externo ionizador, desenhado para ser acoplado ao bocal de saída de ar dos secadores manuais de cabelos. O diferencial em relação aos secadores que possuem, já de fábrica, algum princípio ativo nos bocais de ar, é o alto grau de impregnação de micro-partículas de turmalina no dispositivo, emitindo eletricidade permanente, infravermelho longo e milhões de íons negativos, fazendo o tratamento natural dos cabelos.
Assim como todos os produtos desenvolvidos pela empresa, sediada em São Paulo e dirigida por Mario Hisamoto, reconhecido estudioso e empreendedor da medicina alternativa do Brasil, o JIKI Hair Photon tem atuação além da estética, interagindo com a saúde capilar, combatendo diretamente problemas como queda de cabelos, caspa e a seborréia. O jato de ar também neutraliza a eletricidade estática dos cabelos.
Dificuldade para grande parte das mulheres, o aspecto seco do cabelo é profundamente amenizado pela Turmalina, que proporciona diferenciais comprovados na regeneração dos fios, fechamento das cutículas dos fios, combate aos fungos, ácaros toxinas e radicais livres, e alívio das dores no couro cabeludo. Tudo isso em um processo mais ágil, pois o dispositivo acoplado acelera a secagem dos cabelos,
Indicado para ser usado com o secador em temperatura média para secagem ou escova, o JIKI Hair Photon pode, surpreendentemente, ser aplicado também em armários, roupas e cama, garantindo os mesmos benefícios da ionização aos ambientes.
“Pesquisamos e trabalhamos em cima de fórmulas que oferecem ações específicas para a beleza externa e a saúde interna das pessoas, atuando tanto na epiderme como também nas causas orgânicas de cada tipo de problema. Por isso a turmalina é revolucionária nesse tipo de atuação”, explica Mario Hisamoto, presidente da JIKI Cosméticos. Trazida do Japão para o Brasil em 1977, a pedra Turmalina é foco de estudos e pesquisas no oriente há mais de 70 anos.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
CHAPEU-DECOURO
| Imagem: Gutemberg Brito/ IOC |
| O chapéu-de-couro ( Echinodorus grandiflorus ) é uma planta encontrada em todo o Brasil, principalmente na região Sudeste |
O chapéu-de-couro, planta encontrada em todo o Brasil, principalmente na região Sudeste, já era usado popularmente no tratamento da hipertensão arterial. Há cinco anos, pesquisadores do Laboratório de Farmacologia Neuro-Cardiovascular do IOC, em colaboração com o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), também da Fiocruz, iniciaram os testes para avaliar os efeitos da planta.
Até agora, a eficácia do chapéu-de-couro como vasodilatador já foi comprovada em estudos pré-clínicos. Em uma primeira etapa, o extrato da planta foi aplicado em aortas de coelhos pré-contraídas pela ação de noradrenalina, substância que provoca a diminuição do diâmetro dos vasos sangüíneos, o que resulta no aumento da pressão arterial. Após os bons resultados nessa primeira fase, em que se verificou o relaxamento das aortas dos coelhos, o extrato da planta foi testado com sucesso em ratos espontaneamente hipertensos (que apresentam hipertensão arterial semelhante à forma humana da doença).
A próxima etapa da pesquisa será a análise toxicológica do extrato, para avaliar possíveis efeitos tóxicos do composto no organismo. Em seguida, serão realizados estudos clínicos em pacientes. Se os resultados forem positivos, os pesquisadores pretendem desenvolver um medicamento fitoterápico contra hipertensão que seja tão eficaz quanto os convencionais.
Segundo o farmacologista Eduardo Tibiriçá, chefe do Laboratório de Farmacologia Neuro-cardiovascular do IOC, os medicamentos fitoterápicos não exigem o isolamento do princípio ativo, ou seja, não é necessária a purificação do extrato da planta até que se encontre uma ou mais substâncias responsáveis pelo efeito estudado. Além disso, a produção do fitoterápico deve usar um extrato padronizado a partir de um lote único de plantas, retiradas de um mesmo local e com as mesmas características químicas. “Com o uso do extrato bruto da planta, o tempo e o custo de produção são menores, já que não há gastos com o processo de purificação”, destaca.
Embora o chapéu-de-couro seja usado popularmente como anti-hipertensivo, o farmacologista ressalta que mesmo os medicamentos feitos à base de plantas podem oferecer riscos à saúde, o que evidencia a necessidade da análise científica. “Assim como qualquer outro medicamento, os fitoterápicos devem ser desenvolvidos cientificamente, atendendo às exigências estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entre elas a padronização do extrato e a comprovação de sua eficácia e segurança.”
Segundo Tibiriçá, a equipe enfrenta dificuldades para dar continuidade às pesquisas. “A solução pode ser a parceria com alguma indústria farmacêutica, em um processo de transferência de tecnologia, ou até com o Ministério da Saúde, já que as doenças cardiovasculares, entre elas, a hipertensão arterial, são responsáveis por um terço da mortalidade no Brasil.”
Fonte: Ciência Hoje
http://www.funpar.ufpr.br:8088/funpar/domingo, 1 de novembro de 2009
CAVALINHA
A cavalinha (Equisetum ssp.) constitui o único gênero da família das equisetáceas, descrito por Lineu em 1753. Seu nome é de origem latina, composto por "equi" (cavalo) e "setum" (cauda), ou seja, rabo de cavalo. Esta espécie também é conhecida como milho de cobra, erva-carnuda, rabo-de-rato, cauda-de-raposa, rabo-de-cobra, cana-de-jacaré, erva-canudo, lixa-vegetal, cola-de-cavalo, entre outras.
Características
A cavalinha é uma planta perene. Não possui flores e, consequentemente, nem sementes; algumas espécies possuem folhas verticiladas, mas reduzidas a tamanho insignificante.
O caule é de cor verde, oco, fotossintético, com textura áspera ao tacto por causa da presença de silício e pode ser encontrado de duas maneiras:
o caule fértil, geralmente curto, surge no início da primavera. Apresenta na extremidade a espiga produtora de esporos, que serve para a sua reprodução, que, porém, também pode ocorrer através de rizomas.
o caule estéril, geralmente longo, surge depois que o caule fértil murcha.
Os esporos estão contidos em estróbilos apicais.
Sua composição química é formada por grande quantidade de silício e quantidades menores de cálcio, ferro, magnésio, tanino, sódio, entre outros.
É adaptada a solos húmidos e por ser agressiva e persistente, deve–se cuidar para que não se torne uma erva daninha.
Aplicações terapêuticas
Suas propriedades adstringentes e diuréticas, auxiliam no tratamento da gonorréia, diarréias, infecções de rins e bexiga, estimulam a consolidação de fraturas ósseas, agem sobre as fibras elásticas das artérias, atuam em casos de inflamação e inchaço da próstata, aceleram o metabolismo cutâneo, estimulam a cicatrização e aumentam a elasticidade de peles secas, sendo indicada ainda para o combate de hemorragias ou cãibras, úlceras gástricas e anemias.
É usada também como hidratante profundo, ajuda a evitar varizes e estrias, limpa a pele, fortalece as unhas, dá brilho aos cabelos, auxilia no tratamento da celulite e também da acne.
Com fins ornamentais é utilizada na composição da flora de lagos decorativos, em áreas brejosas, etc.
Formas de utilização
Chá por decocção
Ingredientes: 2 colheres de sopa de erva picada; 500 ml de água
Coloca-se a planta em um recipiente com água fria, fervendo-se por 5 minutos contados a partir do momento do início da fervura. Coa-se e toma-se ainda quente.
Óleo para prevenir estrias
Coloca-se um ramo ou caule da cavalinha (já seca) em um vidro pequeno de óleo de amêndoas. Deixa-se macerar por 30 dias e passa-se na pele, sempre após o banho.
Infusão para limpeza de pele
Coloca-se um pouco da planta (fresca ou seca) em uma vasilha e despeja-se água fervendo. Abafa-se e deixa-se descansar por 10 minutos. Depois de fria, usa-se a infusão para limpar a pele utilizando-se um chumaço de algodão.
Para dar brilho aos cabelos e fortalecer as unhas
Faça-se um chá com caules e folhas da cavalinha, deixe-se esfriar e use-se aquando da secagem dos cabelos.
Para fortalecer as unhas, faça-se um chá mais concentrado, deixe-se amornar e mantenham-se as unhas imersas por cerca de 15 minutos.
Espécies
De entre as espécies de Equisetum, algumas são de origem européia, como o E. arvensis, outras de origem americana, porém, todas têm características e usos semelhantes.
No Brasil se encontra o Equisetum giganteum, nativa de áreas pantanosas de todo o país. É usada como medicinal no sul e sudeste, mas praticamente desconhecida no nordeste. Outras espécies das Américas são o E. hyemale e o E. martii.
Fonte: Wikipédia
13.09.2008
CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA RADIAÇÃO IONIZANTES SOBRE A COR DA TURMALINA. (TESE DOUTORADO USP)
As verdes e azuis que por radiação ionizante enérgica assumiram coloração castanho, readiquiriram, por aquecimento, suas cores originais. Conclui o Autor que a cor das turmalinas estudadas pode não depender de fenômenos químicos ou físicos ou da associação de ambos; que as cores verde e azul parecem depender exclusivamente de isomorfismo ao passo que as rosa e vermelha parecem depender precipuamente de radioatividade natural e ainda ser possível que a cor de turmalinas e a de outros minerais alocromáticos de procedências diferentes dependa de fator ou fatores diversos. Acredita o Autor que a cor das turmalinas rosa e vermelha esteja ligada a centros-de-coloração, admitindo ser possível que o Li tome parte na formação desses centros. Julga ainda que, admitida a origem radioativa dessas cores, medidas as intensidades relativas, ser possível estimar a quantidade de radioatividade externa e, talvez, o seu tempo de ação.
http://dedalus.usp.br:4500/ALEPH/POR/USP/USP/TES/FULL/0713403
REVISTA DO INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS - USP
O ouro associa-se a turmalinitos estratiformes e veios e brechas de quartzo e carbonato com turmalina.
Os turmalinitos estratiformes pertencem à Formação Batatal (Grupo Caraça, Supergrupo Minas) e neles foram registrados os teores mais elevados de ouro (até200 g/t). Três tipos de turmalina constituintes dos turmalinitos foram analisados por microssonda eletrônica e por ICP-MS.O tipo 1 corresponde à turmalina muito fina que compõe os turmalinitos maciços que ocorrem como níveis contínuos ou boudinados e como fragmentos em veios e brechas de quartzo-carbonato. A turmalina do tipo 2 é um pouco mais grossa que a do tipo 1, é zonada e compõe turmalinitos
maciços e bandados. A turmalina do tipo 3 é grossa, zonada, e cresce perpendicularmente ao contato do turmalinito ou fragmentos deste com veios e brechas de quartzo-carbonato. As principais variações composicionais nos três tipos de turmalina são diminuição nos teores de SiO2 e Al2O3 e aumento nos de MgO, Na2O e F, que acompanham aumento nos teores de CaO e TiO2. Quanto aos elementos-traço, nos tipos 2 e 3, além do aumento das concentrações totais de ETR, há enriquecimento de ETR leves, Rb, Sr, Y, Cs, Th e U em relação ao tipo 1. As variações composicionais são condizentes com as condições geoquímicas reinantes durante a diagênese e o metamorfismo. Não foram encontradas evidências de contribuição de fluidos externos (e.g., magmáticos) na geraçãodos turmalinitos estratiformes, cuja principal fonte de boro pode ter sido os metapelitos carbonáceos da Formação Batatal. Assim, não se descarta totalmente a origem singenética dos turmalinitos, cuja formação pode ter evoluído durante o metamorfismo progressivo do início do Evento Transamazônico.A turmalina do tipo 3, por desenvolver-se no contato entre o turmalinito e veios e brechas de quartzo-carbonato, pode ter sido gerada após o pico metamórfico e durante a fase extensional do Evento Transamazônico, com a remobilização do ouro em veios e brechas.
http://74.125.47.132/search?q=cache:WKDTphkIo4gJ:ppegeo-local.igc.usp.br/pdf/guspsc/v9n2/v9n2a01.pdf+USP+TURMALINA&cd=5&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&client=firefox-a
GEOLOGIA USP
A mina subterrânea de Passagem de Mariana é uma das minas de ouro mais antigas do Brasil. O ouro associa-se a turmalinitos estratiformes e veios e brechas de quartzo e carbonato com turmalina. Os turmalinitos estratiformes pertencem à Formação Batatal (Grupo Caraça, Supergrupo Minas) e neles foram registrados os teores mais elevados de ouro (até 200 g/t). Três tipos de turmalina constituintes dos turmalinitos foram analisados por microssonda eletrônica e por ICP-MS. O tipo 1 corresponde à turmalina muito fina que compõe os turmalinitos maciços que ocorrem como níveis contínuos ou boudinados e como fragmentos em veios e brechas de quartzo-carbonato. A turmalina do tipo 2 é um pouco mais grossa que a do tipo 1, é zonada e compõe turmalinitos maciços e bandados. A turmalina do tipo 3 é grossa, zonada, e cresce perpendicularmente ao contato do turmalinito ou fragmentos deste com veios e brechas de quartzo-carbonato. As principais variações composicionais nos três tipos de turmalina são diminuição nos teores de SiO2 e Al2O3 e aumento nos de MgO, Na2O e F, que acompanham aumento nos teores de CaO e TiO2. Quanto aos elementos-traço, nos tipos 2 e 3, além do aumento das concentrações totais de ETR, há enriquecimento de ETR leves, Rb, Sr, Y, Cs, Th e U em relação ao tipo 1. As variações composicionais são condizentes com as condições geoquímicas reinantes durante a diagênese e o metamorfismo. Não foram encontradas evidências de contribuição de fl uidos externos (e.g., magmáticos) na geração dos turmalinitos estratiformes, cuja principal fonte de boro pode ter sido os metapelitos carbonáceos da Formação Batatal. Assim, não se descarta totalmente a origem singenética dos turmalinitos, cuja formação pode ter evoluído durante o metamorfismo progressivo do início do Evento Transamazônico. A turmalina do tipo 3, por desenvolver-se no contato entre o turmalinito e veios e brechas de quartzo-carbonato, pode ter sido gerada após o pico metamórfico e durante a fase extensional do Evento Transamazônico, com a remobilização do ouro em veios e brechas.
http://geologiausp.igc.usp.br/geologiausp/sc1/art.php?artigo=720


